Ser ou não Ser? Eis a questão!
10/2/2006



O que será que a frase famosa do personagem Hamlet, de Shakespeare, teria a ver com Astrologia?
Muito mais do que nossa pretensa racionalidade consiga pensar, ou se atreva a fazê-lo.

Ser ou não ser, eis a questão. O que seria mais nobre para um humano fazer? Sofrer os dardos e chicotadas de um destino ultrajante? Ou, pelo contrário, tomar as armas contra o mar de calamidades que o açoita, e assim, resistindo, tentar dar-lhes fim? Ser ou não ser, eis a solitária e consciente questão de todo humano que pretende evoluir.

Ante todas as provocações que pareçam legitimar que você dê vazão à agressividade brutal, que logo se transformaria em violência, o que seria mais nobre por parte de sua humanidade, resistir, ou se deixar levar pelos impulsos? Não há uma solução padronizada para esse dilema, a cada momento o que é humano em nós se depara com esse paradoxo, e precisa resolvê-lo sozinho.

A todo momento precisamos de ajuda para resolver esse conflito, esse dilema entre sermos os seres superiores com que sonhamos ser, ou simplesmente nos deixar carregar pelos nossos impulsos, que também são legítimos. A todo momento precisamos de ajuda para resolver esse conflito, mas também, a todo momento estamos sós para resolvê-lo, pois a mais realista das ajudas que poderíamos receber só poderia provir de nossa própria consciência.

É isso, a mais realista das ajudas que podemos receber a toda hora é a de ajudar a nós mesmos. Como? Através da perseverante e sistemática diagnose de nós mesmos, de nossos pensamentos, de nossos sentimentos, de nossas aspirações, de tudo que a cada momento precisa ser sacrificado em prol de objetivos superiores, ainda irrealizados.

A mais realista das ajudas é ajudar a nós mesmos pensando, refletindo, diagnosticando cada situação e nosso papel nela, nunca nos deitando a dormir sem antes ter feito uma profunda reflexão sobre o papel que exercemos durante o dia. A mais realista das ajudas é fazer essa sistemática diagnose de nós mesmos, e se por acaso nos depararmos fazendo isso com o mundo e com as pessoas, criticando-as e julgando-as, lembrar imediatamente que tudo que conseguimos perceber no mundo e nas pessoas, só o percebemos porque de alguma maneira faz sentido em nossas almas, há nelas algo daquilo que julgamos, criticamos e percebemos.

A diagnose de nós mesmos é a tentativa, através do exercício da consciência, de escaparmos do mais terrível infortúnio que aflige nossa humanidade, que é a cegueira intelectual, pois afinal, de que vale nos declararmos seres pensantes se vamos evitar pensar? É um infortúnio grave sermos algo que, por pura preguiça, não seremos.
Faz mais sentido agora? Ser ou não Ser?
Evitar ser quem somos, inevitavelmente gera brutalidade e violência, pois a ilusão que construímos, ao deixar de ser quem somos, terá de ser alimentada de alguma forma, e ela se alimenta, com certeza, de nossas próprias vidas.
Ser ou não ser, eis a questão. Resistirmos à brutalidade e nos elevar acima dela? Ou simplesmente nos abandonar a esse mar de calamidades que açoita o mundo?

Refletir do mesmo jeito que Hamlet, Ser ou não Ser, coloca em relevo nosso ardente desejo de sermos livres, de sermos capazes de escrever nossos próprios destinos, mas ao mesmo tempo, também destaca o quanto há de determinações escritas com a mão de ferro do destino. Se quisermos ser livres, e praticar essa liberdade, é conveniente que reconheçamos tudo que não somos capazes de mudar, mas que ao mesmo tempo podemos lhe outorgar outra cara. Não somos absolutamente livres, mas podemos escrever sobre o que está escrito, podemos recriar a realidade e, quem sabe, ao longo do tempo, sem nos importar com o tempo como limite, talvez o que está escrito acabe se curvando ao que pretendemos escrever.

Por isso, caro ser humano do planeta Terra, evite sentir-se isolado e dramaticamente sozinho da próxima vez que estiver perante o dilema de resolver qual seria a melhor atitude a tomar perante uma situação, se deixar tudo acontecer de acordo com os impulsos mais básicos, ou se por acaso resistir ao que pareça inevitável não seria mais nobre e digno de sua parte. O dilema foi plasmado pelo grande artista que foi Shakespeare no personagem Hamlet, pois perante forças aparentemente sem capacidade de ser dominadas, como as do reino da Dinamarca de então, ele, uma pessoa só, com conhecimento de aspectos terríveis da realidade, e se fazendo passar por louco, resiste a se deixar carregar pelo inevitável destino, e contrapondo-se ao que parecia inevitável, escreveu sua livre e própria escrita. Tudo, é claro, ao custo de severos, profundos e doloridos pensamentos e argumentações, exames de consciência sobre tudo que resultaria de uma e de outra posição, a de ser, ou a de não ser.

Ser ou não ser é o dilema existencial mais fundamental da espécie humana. A atitude colocada em jogo a todo momento, evitar escrever o próprio destino, e entregar-se aos desígnios misteriosos, ou contrapor-se ao que pareça estabelecido, e como artistas da própria vida, escrever nossas próprias notas musicais. Não pensem vocês que exista uma fórmula pronta para resolver esse dilema, pois se assim fosse não faria sentido nenhum nada do que nos atormenta na intimidade. Cada situação é uma situação, e ser ou não ser se resolve em gradações diversas, sempre sob o trabalho da reflexão, do sistemático exercício da consciência.

Saiba, no entanto, você, que apesar de cada um de nós parecer estar só nessa empreitada, todos, na solidão existencial, comungamos no mesmo dilema, e as vezes que nos maltratamos por causa desse dilema, maltratamos e dificultamos o trabalho de nossa espécie. Porém, as vezes que emergimos triunfantes desse dilema, abrimos o precedente e estabelecemos a jurisprudência que ajuda nossa espécie a melhorar. Prestar serviço à espécie, isso pareceria um ato isolado, mas na verdade comunga em todos os isolamentos de todas as pessoas sozinhas que são o que são, sem importar-se, afinal, se isso pareça correto ou inadequado.

Ser ou não ser? Eis a questão!
O que seria mais nobre, afinal?
Contrapor-se a um destino ultrajante e resistir-lhe?
Ou simplesmente abandonar-se e deixar que tudo aconteça como se não fizéssemos parte de absolutamente nada?

 

Oscar Quiroga - www.quiroga.net

Um dos meus questionamentos atual é essa coisa de  gostar alguém que mora longe,  não obstante, em outro país e ainda com um imenso oceano nos separando.

Isso é novo, e o novo sempre assusta, ainda mais com a ansiedade que acompanha tudo isso junto. Mas não sou de dispensar paixões, e essa tenho certeza que devo  ao menos tentar fazer valer! Perguntam-me sempre como vou fazer pq o tempo pesa e uma hora teremos que decidir quem vai pra lá ou quem vem pra cá. Mas acho que isso nem está na hora de pensar e o velho deixar rolar é a melhor coisa a se fazer hoje.

Obviamente, em certos momentos, bate aquele pensamento se você não está sendo otimista demais, ou está fora da realidade. Mas, o fato é que hoje recebi um artigo muito interessante de alguém que nem sabe o que acontece na minha vida e não é que ele (o artigo) me empolgou ainda mais. Como nada na minha vida acontece como o costumeiro, posso dizer que isso tem tudo pra dar certo. E se depender de mim vai dar!

meus preferidos de hoje.

Sebastien Tellier - La ritournelle

 melancólica e divina!

Couverture/Pochette de l'album La Ritournelle - Remix par Sébastien Tellier

 

Tomas anderson - washing up (tiga remix) mto boa pra sair dançando

TOMAS ANDERSON - Washing Up - Tiga Remix, Bpitch Control

TENDÊNCIAS/DEBATES

2005 EM QUESTÃO

De um palhaço para o presidente

 


Finalmente, deixo de ser palhaço ruim para não me parecer com um presidente. É bem melhor ser palhaço de verdade


HUGO POSSOLO

As elites orquestraram para que eu me tornasse palhaço. O complô da mídia me vestiu roupas largas e sapatões e pintou minha cara. Impuseram-me o papel de idiota. Eu, que não sabia de nada, me senti traído. Apenas fui levado por companheiros de 30 anos de luta que, agora percebo, queriam que eu fosse absolutamente ridículo.
É verdade que, no começo, assumi e dei uma festa no apê. Distribuí metáforas com cara de aforismos e desaforos para quem quisesse ouvir. Afinal, o palhaço pode tudo. Inclusive rir das piadas recicladas que fazem a meu respeito. Sobre o dedo que me falta, o conhecimento que me falta e até sobre a honestidade, que também me falta.
Tudo bem, até que um cantor de ópera bufa fez sua cena de ópera de sabão. Delatou, debaixo de nossa honrada lona tombada pra baixo, que alguns deputados recebiam uma mesadinha extra. Apoiei-me na velha máxima de que ser palhaço é fácil, mas que o difícil é levar isso tudo a sério.
O canastrão de olho roxo logo passou a ser o pop star da nação. Bandido sempre deu mais ibope na televisão. E todo mundo grudou a vida na TV Senado. Encenação com ares de megashow. Fiquei enciumado.
Revidei com o publiciotário. Só que a propaganda premiada do gênio da lâmpada teve a esperteza de divulgar que o dinheiro bom é aquele não-contabilizado que está bem contabilizado nas contas do exterior. E depois, o palhaço sou eu!
Fiquei vesgo, em pânico, com a cara da Sol. Chorei a minha vontade de morar em Miami, onde os americanos falam português. Não deu certo. Afinal, eu também não falo português. Tornei-me um palhaço preconceituoso só porque não vi o beijo gay.
De repente, baixou o clero esclerosado e o presidente da câmara de pneus furados não pagou a conta do restaurante. Veio o dono, passou a fatura e mandou a vida severina pro futuro distante da eleição. Nada de renunciar aos votos do povão. Porque, cá entre nós, coronel burro nasce bóia-fria.
Pisei em ovos. Aí, meus deputados pegaram a gripe do frango e caíram na farra com as galinhas. Mas a cafetina garantiu que eram apenas recepcionistas. Eu preferia que meus deputados estivessem com a febre aftosa. Assim, eu exterminaria o rebanho todo.
Entrei pelo cano de um valerioduto. Caí no buraco negro das pesquisas em que até vampiro ganha de palhaço. Desanimado, comprei uma cueca nova na Daslu. Enchi a danada de dólares e fui gastar na Daspu. Minha bengala típica de palhaço foi enfiada na cabeça de meu pupilo, que agora diz que não sabe se vai votar em mim.
Aproveitei para ver um filme de piratas, que eu adoro saques. Só que me trouxeram os dois filhos do rio São Francisco. E eu boiei. Um padre fez greve de fome e não me deram mais DVD para eu ver, nem nos entreatos.
Citei o futebol, mas a ficção se tornou realidade. Juiz ladrão não é só o que rouba na construção de tribunais.
Ainda tenso, rebolei para francês ver. E quem faturou foi a gravadora do meu artista ministro, curiosamente o grande destaque da festa.
E já era Natal. Enquanto o rei cantava que quer ter um milhão de amigos, meu vice leva um milhão em camisetas. Recebe em grana viva, coisa muito comum para quem não quer saber de onde veio o dinheiro.
Profetizei o velho chavão, de um chavista que sequer trabalha no SBT e não quer saber de políticas globais. Usei a frase de defeito:
- Nunca neste país teve tanta palhaçada mal feita!
Até esta Folha esculhambou-se, neste espaço, onde escrevem ilustres figuras da República, permitindo que um palhaço qualquer fizesse seu deboche.
A coisa estava ficando séria. Então, senti meu nível cair demais. Não comando nem o carrinho de pipoca da Disney. Sou um personagem terminal com um imenso ano pela frente.
Decido, então, fazer a mudança que prometi. Finalmente, deixo de ser palhaço ruim para não me parecer com um presidente.
É bem melhor ser palhaço de verdade.
Já sei! Vou quebrar meu sigilo bancário. Assim, todo mundo saberá que, além do nariz, eu também tenho a conta no vermelho. O vermelho que desbotou da estrela é bom para quem quer ter vergonha na cara.
Sabe, senhor presidente, é tão bom reconhecer-se ridículo, sem a dignidade aparente. É bom ser livre, ainda que no pensamento. É bom dormir com a consciência tranqüila.
Não sei como é para o senhor. Às vezes, repasso um pesadelo que não é só meu. Como escreveu Eric Bogosian, na adaptação de Aimar Labaki: "De uma nuvem esfumaçada, vestida numa roupa sadomasoquista, surgirá Regina Duarte me cravando por trás. Arrepiado, sinto sua mão suave subir até a minha nuca, enquanto ela sussurra quente ao pé do meu ouvido:
- Perdeu o medo? Agora perde a esperança!"


Hugo Possolo, 43, dramaturgo, ator e diretor de teatro, é palhaço do grupo Parlapatões. Foi coordenador de Circo da Funarte (Fundação Nacional de Arte), Ministério da Cultura, de maio de 2004 a maio de 2005.
 
o que viria a ser o ciúmes?
somente insegurança? acho que não.
Gente normal não tem ciumes? Dor de cotovelo?
Sei que eu tenho ciúmes! Nada comparado a Otelo de Shakespeare....
Mas, ainda carrego essa coisa de que demonstrar ciúmes é inferioridade.
Confesso que fico puta da vida muitas vezes, mas não consigo  rodar a baiana, talvez por orgulho ou por medo de parecer chata, chiclete sei lá. Fico colérica, com vontade de tirar satisfação. Engulo seco,  sou sarcástica e fico dando pequenos foras mas naum consigo chegar no ponto X da questão.  O que é total ridículo. Poxa, e aquele papo de se colocar no lugar do outro, Cadê???????
Preservo muito o meu e o espaço alheio, tanto que acho q um relacionamento funciona com amizade antes de mais nada.
Sentir ciúmes é algo que me incomoda tanto que eu sempre termino meus relacionamentos por isso.
Acho que não tenho que ficar sentindo isso. Se começar a sentir é pq tô no barco errado e pulo fora.
Preservo minha tranquilidade, estar com alguém e ficar pensando nisso é muita roubada!
Ah , esse papo de ficar prestando atenção em quem o outro conversa, em quem ele liga. Affff, pessoas muito "misteriosas" não são comigo. Afinal, ninguém tá com outro por obrigação. E vc é responsável por aquele que você cativa.Portanto vc tem q preservar o ser amado, ora bolas!
 

Pra divertir

Kama Sutra Tok Stok

 

amo-o e ponto!

 

Não quero estar nesse lugar
e ver você partir
eu quero te esperar onde você quer ir
te receber
te acomodar
te oferecer a mão
poder cantar, te acompanhar no violão

quero te ver de perto
quero dizer que nosso amor deu certo

não sei viver só e sem sonhar
sem fé, sem ter alguém
faz tempo que eu te espero
e que te quero bem
sonho em fazer pro nosso amor
uma bela canção
quem me traga paz sem culpa
ao coração

 

 
 Isolée
 
E não é que os alemães são os da vez, mais uma vez, no meu toca cd´s
alias, o alemão, Raiko Muller- gênio dos sintetizadores. Vem com esse cd
que já ocupa há alguns meses meus ouvidos e não podia deixar de colocar meu apreço por ele.
We Are Monsters -  o cd!!!," Isolée faz "música de possibilidades, que escapa de qualquer rotulação. Tudo pode ser, nada tem que ser, quando se toca Isolée. Pode-se dançar, mas não é necessário dançar, todas as faixas funcionam perfeitamente em casa". mais...
No site dá pra ouvir as musiquitas e tals
recomendo TODAS mas as preferidas são: Do Re Mi; Schrapnell....ai ai ...todas!
 
 isolee - we are monster
 

Depois de ler uma entrevista do lourenço mutarelli tive um insight!

Visto que, ele fala dessa coisa de trampar incessantemente e que no fundo a gente acha isso lindo. Mas aí vc vê que vc não tem vida mais, muito menos saudável, vc fica um pseudo-escravo-assalariado.E aí que quando vc diz q é artista, vc se dá ao luxo de dizer que tá em crise, que tá numa fase em que num rola trampar pq sua criatividade tá em baixa, e isso é mais do que verdade. Essa coisa de trampar todo dia, horário certo, dia de pagamento certo é um saco. Claro, vc equilibra melhor sua vida.Eu definitivamente naum nasci pra isso, ok ok mta gente vai dizer que tbm não, só tô me assumindo ,é apenas um desabafo. Trabalho horas, não sei se rendo de fato todas essas horas trabalhadas. Pq em muitas vezes to sem tesao de trabalhar mas venho faço meu trabalho pq afinal preciso de dinheiro e ganho pra isso.

Nasci pra iniciar, dar o ponta-pé inicial em projetos essa coisa de desenvolver e levar adiante num é comigo. Tenho q ter paixão pra qualquer coisa que faça na vida. E paixão é coisa de início e passa. Então, tenho que trampar e sair antes da paixão terminar senão pego um bode generalizado dakilo que fiz. Sabe quando vc escreve uma carta no começo vc tá com aquela empolgação mas no final vc lê e rasga tudo, apaga tudo, pq  aquela vontade foi apenas no início, não faz mais tanto sentido aquilo tudo como antes. Traduzindo vc se prolongou mais do que devia. Agora  já perdi o fio da meada. Desabafos são assim. Fluxo de pensamentos.

ele diz:

alias, eu preciso te dizer algo

ele diz:

nao gostaria de desencarnar sem te fazer uma pequena confissão íntima

ela diz:

ai gsus q medo

ele diz:

tudo bem

ele diz:

se vc quiser eu nem digo

ela diz:

desencarnar ... q papo

ele diz:

é apenas um comentário

ela diz:

ah pode dizer sou demais por curiosa

ele diz:

afinal tivemos alguns momentos

ele diz:

juntos e foram belos

ela diz:

é uma pergunta ou uma constatação?

ele diz:

constatação

ela diz:

uau! diga

ele diz:

se eu fosse um escritor e se um dia tivesse que escrever sobre as mulheres da minha vida eu deveria separar um capítulo pra vc

Cena:

Uma mulher sexy entra numa borracharia, com homens brutos cheios de graxa, tarde da noite. Eles a olham como se fosse a última coca-cola do deserto, o último bis da caixa, a mortadela ceratti. Ela finge que não os percebe e continua a tentar resolver seu problema. O rapaz que a atende insiste em chama-la de "gata" ela mais uma vez, disfarça e finge que "gata" seria como um "senhora". Depois de trocado o pneu ela vai embora e ele diz tchau "gata" tâmo sempre as ordens!

Isso não é fetiche como diria um certo amigo meu. É fato real.

ele diz:

ele se parece comigo?

ela diz:

fisicamente ou o jeito?

ela diz:

na verdade eu acho q não. nunca me apaixono por pessoas iguais..estranho isso né

ele diz:

e pela mesma 2 vezes?

ela diz:

até hoje não

ela diz:

e vc se apaixona frequentemente?

ele diz:

nao

ela diz:

e a qnto tempo vc tá sem uma paixão?

ele diz:

anos

ele diz:

eras

ela diz:

nossa senhora! vc precisa cuidar disso então

ele diz:

quando nao se esta apaixonado a vida passa lentamente

ele diz:

mas eu nao busco paixao

ele diz:

busco amor

ela diz:

ah mas tem q vir a paixao pra vir depois o amor não?

ele diz:

nao

ele diz:

paixao por uma mulher te mata

ele diz:

prefiro a calma e a serenidade

Para os perfeccionistas de plantão

 

Haveria, por acaso, algum erro em ser perfeccionista? Muitas pessoas se atrevem a dizer que sim, dado que ante a perspectiva de tudo ser imperfeito entre o céu e a terra, o perfeccionismo seria uma forma de frustrar-se.

ele diz:

oi

ela diz:

 vc tá trabalhando?

ele diz:

to

ele diz:

e vc tá de rolo com alguem?

ela diz:

vc é um ser mto estranho

ele diz:

é memo?

ela diz:

essa pergunta eu passo

ele diz:

ainda bem né

ele diz:

passa pra quem?

ela diz:

pra próxima pergunta

ele diz:

vc está ficando com alguém?

ela! diz:

hahaha

ela diz:

eu to apaixonada serve? ...apesar q eu sempre to. não necessariamente pela mesma pessoa.

ele diz:

faz muito tempo que vc esta por essa x pessoa?

ela diz:

gentiiii como vc é curioso

ele diz:

to só batendo um papo com uma velha amiga

ela diz:

digamos que eu tava por outro mas esse de agora  anda ganhando meu coracao...

ele diz:

o loco

ela diz:

ou ja ganhou, eu não sei , eu sou de paixoes rapidas e fulminantes, venus em aries..sabe como é

Tenho mais saudades de momentos do que de pessoas. Eu vivo sem muitas das quais passei coisas maravilhosas, mas não sem aqueles momentos que passamos juntos. E o que me faz sentir carinho, consideração, paixão e até amor é o Momento. As vezes eu revejo alguém que é tbm dono de algum Momento meu e, isso é algo que faz meu coração bater. Sou demais, insandecidamente, apaixonada pelo Momento. É muito doloroso esquecer o Momento. Deixa-lo de lado. Quero ele a todo instante e é impossível. Por isso, qndo estou com o Momento , eu tento guardar o máximo dele. Olho, namoro, sinto o cheiro, guardo as sensações, as risadas, os trejeitos, fico olhando suas mãos, velando seu sono. Guardo os detalhes, todos! Nos mínimos pedacinhos, pq eu sei que ele passa e isso dói. E hoje, dia da saudade, Feliz dia da saudade pros meus Momentos-Amores!

 

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